Eu amo festas de réveillon, a data em si me atrai, usar tudo
novo, fechar ciclos, acreditar na real possibilidade de mudanças, novos rumos,
metas, renovação. Sou pelo otimismo, sempre!
Mas, para ter algo novo é preciso fazer coisas novas, agir
diferente, renovar... Sair da famosa “zona de conforto” e se lançar rumo ao desconhecido.
Aí é que a coisa pega, até que ponto somos livres e corajosos o suficiente para
mudar?
Este ano resolvi abstrair as resoluções de ano novo, tenho
planos, mas nada que me pese, que me faça sentir cobrada, um dia de cada vez e
todos os dias abertos às múltiplas possibilidades.
Não fechei todos os ciclos, não mudei tudo que precisava,
mas, ainda assim, sinto que estou diferente.
Todo dia é dia de mudar, de viver intensamente, de se jogar
na vida e de se abrir para mundo. Não importa se o caos se instalou, se as
ideias estão misturadas se os desejos não estão claros e se ainda há repetições,
importa é viver e acreditar que isso é uma benção e que tudo é para ser vivido
com intensidade e que em tudo há algo de esplêndido.
Tenho aprendido a buscar a positividade, não sou uma
caricatura de Polyanna Moça, mas me esforço para enxergar o melhor ângulo das situações, viver e esperar
o melhor e abstrair o pior, quando acontece.
Feliz Ano Novo!
