segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Ano Novo

Eu amo festas de réveillon, a data em si me atrai, usar tudo novo, fechar ciclos, acreditar na real possibilidade de mudanças, novos rumos, metas, renovação. Sou pelo otimismo, sempre!

Mas, para ter algo novo é preciso fazer coisas novas, agir diferente, renovar... Sair da famosa “zona de conforto” e se lançar rumo ao desconhecido. Aí é que a coisa pega, até que ponto somos livres e corajosos o suficiente para mudar?

Este ano resolvi abstrair as resoluções de ano novo, tenho planos, mas nada que me pese, que me faça sentir cobrada, um dia de cada vez e todos os dias abertos às múltiplas possibilidades.

Não fechei todos os ciclos, não mudei tudo que precisava, mas, ainda assim, sinto que estou diferente.

Todo dia é dia de mudar, de viver intensamente, de se jogar na vida e de se abrir para mundo. Não importa se o caos se instalou, se as ideias estão misturadas se os desejos não estão claros e se ainda há repetições, importa é viver e acreditar que isso é uma benção e que tudo é para ser vivido com intensidade e que em tudo há algo de esplêndido.

Tenho aprendido a buscar a positividade, não sou uma caricatura de Polyanna Moça, mas me esforço para enxergar  o melhor ângulo das situações, viver e esperar o melhor e abstrair o pior, quando acontece.


Feliz Ano Novo!