Por diversos motivos, nos últimos dias resolvi pensar em
padrões. Por exemplo, as pessoas com as quais nos envolvemos emocionalmente têm
um padrão? Acho que inconscientemente sim.
Eu visualizei meu padrão, o do impossível, não chega ao
platonismo, mas são sempre pessoas que por diversos motivos não se encaixam na
minha vida e nem eu na delas, será isso um sinal de que eu devo parar e pensar
se eu realmente estou buscando um par ideal ou na verdade gosto da minha “solidão”?
Não estou a caça, muito menos vivo a vida na esperança de
encontrar um homem perfeito que vá mudar minha vida para sempre, já passei
dessa fase, e, não, não é descrença no amor, é só experiência, vivência... E,
sinceramente, um imperfeito pode ser muito melhor!
O que sei é que depois de repetições e erros sucessivos
cheguei a essa conclusão, temos padrões e eles são partes determinantes nas consequências
dos nossos atos.
Pode parecer meio óbvio isso, mas eu demorei a notar, ou
abstrai as observações e os sinais...
Visto e dito isso, o que fazer? Mudar o padrão? Pensar no que
se quer de verdade? Manter a observação? Depois dos padrões a questão são as
questões...
Olhar para dentro exige coragem, vai saber tudo que está
guardado, a bagagem é grande e nem tudo é necessário, mas fica lá e quando se
mexe pode-se esbarrar em tantas coisas... Enfim, o que a vida quer da gente é
coragem!
A vida que ficou para trás, ficou, o hoje eu posso intervir
e o que virá, ah, que seja maravi!